Cultura de verdade, informação sem fake, vídeos autênticos, pássaros assassinos, ninjas, entrevistas inéditas com heróis do Universo Marvel, diarréia colinácea com pratos de animais praticamente em extinção justamente para você que foi leitor do Mad e sente falta daquela pitada de humor que não existe mais porque hoje em dia a imbecilidade tomou conta do mundo e feijoada.
sábado, 26 de setembro de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
DONA MARTA

Sou Diretor de Recursos Humanos de uma grande empresa e chego exatamente às sete e meia da manhã de segunda à sabado. As pessoas que trabalham no escritório volta e meia me chamam de doutor pra cá, doutor pra lá só porque conheço a vida de todo mundo, vivo pedindo relatórios e chamando os funcionários na minha sala para dar uma puxada de orelha tipo: “ou você faz o que o maioral pede, ou está no olho da rua”. Que vai se fazer, eu também tenho que obedecer o maioral, são as regras do capitalismo selvagem!
Naturalmente que algumas pessoas da minha idade leram Geraldão na adolescência, criação do cartunista de tirinhas políticas Glauco e se depararam com uma personagem chamada Dona Marta, uma solteirona inverterada que resolve soltar a franga e liberar geral depois dos quarenta anos. Aqui na empresa nós temos uma Dona Marta, só que às avessas, apesar de solteira. Posso descrevê-la como aquelas mensagens de jornais classificados: Morena, alta, 25a, olhos verdes, 1,80, linda, procura...bem!
Fico sonhando com o dia em que o maioral vai me procurar para chamar a atenção de Dona Marta. Estou preucupado, pois, depois que foi admitida no Departamento de Controle de Produção a produção caiu. Se tiver que chamá-la direi: “Dona Marta! É imperativo que a senhora não use este degote todos os dias, está tirando a atenção dos funcionários do sexo masculino! Dirija-se até minha sala agora mesmo, sem ele!”...se tiver coragem. Nisto, peço a secretária para chamar meu auxiliar Moacyr:
Moacyr: Doutor!
Eu: Moacyr! Eu quero um relatório da Dona Marta até 18 horas de hoje!
Moacyr: Ó não! Vão demiti-la doutor?
Eu: Óbvio que não Moaça! - quem ia ser o idiota?
Moacyr:Vão trocá-la de setor?
Eu: O relatório!
Moacyr: Dizem que as coisas não vão nada bem no Departamento de Controle de Produção!
Eu: O relatório!
Moacyr: As estimativas deste mês apontam uma qued...
Eu: O relatório Moacyr! - gritei.
Moacyr: Sim doutor!
O chato de mandar é que hoje em dia ninguém mais quer obedecer. Cinco minutos depois o chato do Moacyr me liga do Departamento de Controle de Pessoal:
Moacyr: Doutor!
Eu: Fala Moaça!
Moacyr: É que tem um probleminha!
Eu: Qual é o probleminha Moacyr, eu só pedi um relatório da D. Marta, mais nada!
Moacyr: É que os dados dela estão no sistema de cotas da empresa!
Eu: Putzgrile! É sigiloso?
Moacyr: Pasta vermelha, senhor!
Eu: Deixe-me pensar!
Pastas vermelhas! Pastas Vermelhas! Droga! Apenas o pessoal do Departamento de Orçamentário e o Maioral é que tinham acesso aos dados das pastas vermelhas. Mas, pensei: “Estranho! O fichário da D. Marta que se encontra na minha sala não diz absolutamente nada a respeito da inclusão dela no sistema de cotas da empresa, inclusive falta o nome Marta, só tem Delci.
A empresa criou o sistema de cotas, única e exclusivamente para conseguir descontos fiscais em impostos e taxas do governo, empregando afro-descendentes, aposentados, pessoas sem experiência profissional, homossexuais e mulheres, todos num mesmo saco. Bem! Aí tem alguma coisa estranha? Não! Sim! Neoliberalismo é isto mesmo! Porque estou falando sozinho? Geralmente mulheres, afro-descendentes e aposentados caem no sistema de cotas, mas já estão empregados há bastante tempo e ganham metade do salário. Sobram pessoas sem experiência profissional – o que não é o caso porque D. Marta já trabalhou numa casa noturna como secretária e...Não pode ser! Liguei pro Moacyr:
Eu: Você não vai acreditar?
Moacyr: O Flamengo perdeu de novo?
Eu: Não é isto seu bastardo!
Moacyr: É sobre os dados da queda no Departamento de Controle de Produção!
Eu: Sim! Esqueça o relatório e venha até minha sala!
Depois de uns dois cafézinhos na antesala, o vagaroso Moacyr entra no meu escritório de pé em pé, como se estivesse protegendo um segredo mortal. Quem teria admitido este sujeito? Pensei. Expliquei minhas brilhantes deduções sobre o sistema de cotas, neoliberalismo e D. Marta, como se não bastassem as perguntas idiotas do Moacyr, ele exclamou:
Moacyr: Então o senhor virou Marxista!
Eu: Por acaso você prestou atenção em alguma coisa que eu disse?
Moacyr: Sim!
Eu: Céus!
Moacyr: O Sistema de Cotas?
Eu: Ufa!
Moacyr: Mas o que isto tem a ver com o neoliberalismo!
Eu: Deus do céu! Moacyr, não me faça perder a paciência!
Moacyr: Mas senhor...
Eu: Tu não entendeu seu verme pestilento!
Moacyr: Mas senhor...
Eu: Chama a D. Marta aqui! E não abra mais a boca! Não! Melhor, deixa que eu chamo!
Em seguida liguei para o Departamento de Controle de Produção, falei com o superintendente e pedi para ele chamar D. Marta. Em seguida ela atendeu e falei: “Dona Marta! É imperativo que a senhora não use este ... está tirando a atenção dos funcionários do sexo masculino! Dirija-se até minha sala agora mesmo!”, faltou-me coragem pra dizer “sem ele” no final. Em seguida D. Marta chegou, Moacyr estava parado e gélido, apesar de burro e manipulável já pressentia que eu queria tirar o segredo da D. Marta à prova. Comecei suave:
Eu: Tenho algumas perguntas a fazer pra senhora!
D.Marta: Estou à sua disposição doutor!
Eu: Estou preocupado com a queda em seu setor desde que a senhora foi admitida!
D.Marta: É verdade doutor, os meninos me assediam muito, sou a única moça por lá!
Eu: Entendo! Erm...Quer dizer! A senhora gostaria de mudar de setor?
D.Marta: Eu até gostaria, mas não tem vagas em outros setores!
Eu: Acabou de abrir! Moacyr, você vai pro Departamento de Controle de Produção por uns tempos!
Moacyr: Hã!
D.Marta: Obrigado doutor!
Eu: É isto aí Moaça! Vai passar uns tempos por lá só pra ver se os problemas acabam! Hehehe
D.Marta: Quando é que eu começo aqui no lugar do Moacyr!
Eu: Imediatamente!
D.Marta: Mas o que tem que fazer exatamente!
Eu: Tudo o que o Moacyr faz, menos as coisas que ele não faz! Depois ele explica!
D.Marta: Certo!
Eu: Só assina os papéis da transferência ali com a secretária e, depois, chama ela aqui!
D.Marta: Certo! Vou auxiliar o senhor direitinho!
Pedi à secretária para encaminhar os papéis. Ela me trouxe imediatamente trouxe, os dois assinaram e dei uma olhada:
Eu: A propósito D. Marta, precisamos colocar o nome completo em nosso fichário!
D.Marta: O nome de batismo senhor?
Eu: Como a senhora é pasta vermelha, precisamos dele para colocar no novo contracheque!
D. Marta: É Marcos Delcimar!
Moacyr: Se ferrou! Hehe
Foi a primeira frase inteligente do Moacyr em anos. Alguns meses depois ele foi promovido no Departamento de Controle de Produção e não, nada mudou por lá. D. Marta continua como minha assistente, depois de vários pedidos ela parou de usar decote. Maldito neoliberalismo!
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Meu Amigo Ninja
Pouquíssimas pessoas no mundo tem um amigo ninja, sou um privilegiado. Na verdade este amigo não havia decidido pela “profissão” de ninja, até que um belo dia, ainda quando estávamos no colégio ele resolveu pintar as paredes do banheiro e foi expulso – bem que tentei avisar que não seria nada legal assinar o próprio nome em cada uma das privadas. Pelo menos este episódio serviu pra fazer ele desistir das artes plásticas e passar a se dedicar às artes marciais.
Certa vez meu amigo ninja me falou que a filiosofia de vida deles é chamada de Ninpo – com “n” mesmo! Fui procurar na Wikipédia o que significa e diz que: “envolve a adaptação, a liberdade e a perseverança férrea como princípios basilares”. O que significa “perseverança férrea”? Curioso é que bem acima diz assim: “Suas técnicas marciais envolviam mais armadilhas, armas secretas e inteligência do que a força propriamente dita”. Hehehe! Isso me fez lembrar que certa vez ele caiu de bicicleta e arrebentou a cara. Mas, logo em seguida, comecei a pensar se não teria sido numa luta.
O controle da própria temperatura é algo eminente num ninja profissional. Parece que os ninjas têm que se adaptar ao calor se estiver frio e ao frio se estiver calor. Certa feita meu amigo estava de sobretudo num calor de 40°C, em pleno janeiro tropical, na praia e, acreditem se quiserem, nenhuma gota de suor respingava em sua testa. O cara é profissional meesmo.
Há duas semanas atrás estive em uma festa com meu amigo ninja e outro amigo que é punk- o que de certo modo me faz sentir bem protegido. Meu amigo ninja ensinou-me a técnica da invisibilidade e como beijar uma garota sem ela perceber. Então, passei a entrar na fila do bar para comprar cerveja sem que as pessoas que estavam nela se dessem conta. Parei na frente do caixa e tasquei-lhe um beijo na garota que lá trabalhava sem que ela percebece e, assim foram diversas vezes naquela noite. Depois, a mesma garota foi trabalhar no bar da festa e sem que ela percebece comecei a beijá-la mais vezes até me dar conta que era a minha namorada (acho que bebi demais)! Tudo bem que eu vestia blusão azul e calça azul-marinho, mas um bom ninja deve se vestir sempre de preto.
No final da mesma festa todos nós ficamos surpresos com o desaparecimento do ninja e já eram umas sete e meia da manhã, principalmente na hora em que estávamos carregando a aparelhagem de som no carro, bêbados. Em seguida, assim do nada o sujeito ressurgiu em nossa frente – logo depois que terminamos de descarregar a aparelhagem e bem longe dali. Bah! Não sabemos como ele faz isto! Um carro dos agentes de trânsito perseguia a gente numa tentativa frustrada de nos flagrar bêbados na direção do veículo, porém meu amigo ninja utilizou sua astúcia para saltar do banco do carona e retirando meu amigo punk do volante com extrema habilidade. Em seguida disparou dois shurikens (estrelas ninja) nos pneus dianteiros do carro dos azuizinhos, estacionou, saiu do carro e retirou uma ninja to (espada ninja) do velho sobretudo que usava, passando a fazer coreografias para o alto e em direção dos azuizinhos. Desnecessário comentar que os agentes de trânsito não se meteram com a gente e cairam fora, afinal de contas não é qualquer um que pode com um ninja.
Na sexta-feira passada eu estava num pub acompanhado da minha namorada, quando, de repente surgiu o assunto da técnica da invisibilidade, eis que exatamente naquele segundo nosso amigo ninja surgiu em nossa frente para nos explicar. Ele disse que a técnica da invisibilidade ninja consiste em se fazer de morto, usar o silêncio como arma...profundo isto! Ele mostrou o cartão que usa para divulgar seus serviços. E, não é preciso dizer novamente que ele sumiu, assim como apareceu do nada, depois de sua explicação.
No outro dia era a festa de aniversário que eu e uma amiga resolvemos fazer juntos, para comemorar com os amigos, mas o centro das atenções era nosso amigo ninja. As pessoas mais curiosas queriam saber detalhadamente no que consistiam suas técnicas, como era seu trabalho, etc. Ele respondia: “assistam todos os episódios do Dragon Ball Z e compreenderão uma percentagem ínfima da sabedoria Ninpo”. Bebi muito novamente e não prestei atenção no resto, mas um pequeno flash de memória ficou gravado em minha mente – desta feita eu vi ele usar a técnica da invisibilidade. Simplesmente algumas pessoas estavam conversando com ele na mesma roda de amigos quando, de repente se distrairam e, pfu! O cara sumiu! Poucas pessoas no mundo conhecem um ninja.
...liguei para meu amigo Quentin Tarantino, ele afirma que o filme é de 1985 e os ninjas são falsos. Dane-se Quentin!
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Maldições sem Solução
Desde que nascem, os seres humanos são agraciados com um número infinito de maldições, Alguns dizem que é porque fomos expulsos do paraíso, outros porque na falta do que fazer se divertem sacaneando, coisas simples do cotidiano acabam se tornando pequenas maldições.Inúmeras cidades brasileiras possuem calçadas estreitas demais e um poste encalacrado nelas à cada quadra, você já observou que toda a vez que passamos entre o poste e a parede alguém sempre insiste em passar ao mesmo tempo? Esta “maldição do poste” originária do período paleolítico é derivada de uma discussão doméstica entre Urg e Tirg, onde Tirg amaldiçoou Urg por ter arranjado outra esposa “gorda demais” para passar pelo buraco da caverna, como hoje em dia não moramos em cavernas - em tese -, elas foram substituídas pelos postes em calçadas estreiras (não estou falando das gordas). Tirg esboçou a seguinte frase: “Irg urg grau blug!” e com razão.
As calçadas são algo
perverso e ao mesmo tempo sujas, por exemplo, a “maldição do cocô de cachorro” surgiu de uma concretização do empírico cloacal, tendo em vista que geralmente algumas dondocas que moram em apartamento levam seus cãozinhos para fazer suas coisas na rua e não no seu lindo carpete da sala. Como as dondocas nunca fazem a higiene da sujeira fecal dos seus cãezinhos putridos, nós que gostamos de praticar uma caminhada na tarde eventualmente nos deparamos com uma bosta de poodle no tênis apenas quando chegamos em casa e acabamos limpando “sem querer” nosso carpete.
Segundo o Skepti's Dictionary (ou Dicionário Cético): “Uma maldição é uma oração ou invocação expressando o desejo de que a desgraça, o infortúnio, danos físicos, grandes males, etc. recaiam sobre outra pessoa, local, coisa, clã, nação, etc. Também se diz que pessoas são amaldiçoadas quando a desgraça recai sobre elas regularmente, ou em aparente desproporção ao restante de nós”. A Bíblia está recheada de maldições, vejam o livro do Êxodo 20:5, que diz: “Visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração”. Porra! Até a terceira ou quarta geração? Meus caros amigos, saibam que se o seu papai estiver devendo uma grana preta no banco, sofrer um ataque cardíaco fulminante na cama da amante e vir a bater as botas a dívida vai passar imediatamente pra você . Mas sorria, afinal de contas foi graças a ele que você teve este vidão folgado até hoje.
Normalmente seu pior inimigo invoca a “maldição da perdedura”. Ela acontece naqueles momentos em que você está atrasado para ir numa festa, encontro, reunião e, se dá conta que esqueceu da chave do carro, de fazer a barba, depilar a virilha ou colocar base na acne que acabou de surgiu na ponta do nariz. Enfim, isto acontece sempre em cima da hora e tudo porque seu amiguinho de infância recalcado nunca esqueceu daquele livro do Harry Potter que você pegou na casa dele e nunca devolveu.Em se tratando de acne existe a “maldição da maldita espinha” quando você acorda de manhã no dia do casamento, baile de debutante, formatura e constata aquela “coisa” emplastada no meio do seu rosto (que pode ser a bochecha e, até mesmo na ponta do nariz, mas não confunda com a “maldição da perdedura”, se for o caso). Obviamente foi aquela pessoa infeliz e maledizente com dor de cotovelo que praguejou contra você.
Existe uma maldição árabe que diz: “Que você tenha um milhão de camelos e que todos eles defequem em cima dos seus tapetes persas!”. Qual a lógica disto? Nenhuma! Mas, se você me disser: “Que você tenha um milhão de esposas e seja visitado pela mãe de cada uma delas no mesmo final de semana!” então, começarei a ficar preocupado, pois esta é a famosa “maldição da sogra” mas, a mãe da minha esposa, ou seja, minha sogra caiu do céu (a vassoura quebrou!). Por fim, a “maldição de quem nasce na época do natal”, que se resume no seguinte: quem faz aniversário entre o dia 25 e 30 de dezembro irá receber apenas um presente. Boas festas!
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Pague um Mico Legal
não ganhou nada (mas, você é brasileiro e não desiste!).O concurso da campanha Pague um Mico Legal de uma grande empresa multinacional (que não vou citar o nome até que paguem meus royalties) se baseia no maior número de micos que você consegue fazer durante um mês. Depois, você lista eles um por um numa folha de papel, coloca num envelope (selado, senão você paga mico no correio) e envia para a caixa postal nº 666, se preferir pode se inscrever pela internet, basta responder a pergunta de sempre: Existe produto melhor que o da nossa grande empresa multinacional? Ridículo!

Quando decidi concorrer na campanha Pague um Mico Legal pensei em desmatar uma floresta inteira de eucaliptos para fabricar celulose suficiente e superproduzir folhas de papel no intuito de listar metade dos micos que paguei, só no último mês. Pelo menos desta vez eu acho que ganho um concurso! Basta ver na lista abaixo que cometi pelo menos um mico por dia no último mês:
- Cheguei atrasado todos os dias no trabalho com desculpas estapafúrdias.
- Bebi e usei outros aditivos quase todos os dias do mês.
- Fiquei com uma garota que foi internada três vezes em um hospício, bem na frente dos meus amigos (mesmo sendo avisado por eles que ela era louca).
- Enxerguei coisas que não aconteceram com uma garota que eu gosto e fui embora da festa de aniversário dela pensando coisas que não aconteceram, até me lembrar que estava sem óculos (sem comentários).
- Exame de toque antes dos quarenta.
- Rodei pela terceira vez no exame de habilitação.
- Deixei uma amiga num bar sendo assediada por um marginal, pensando que ele estava gostando.
- Não usei meus óculos em algumas situações importantes.
- Pensei que um amigo estava dando em cima de uma garota que eu gosto e xinguei ele.
- Pensei que um estranho estava dando em cima de uma garota que eu gosto e bati nele.
- Pensei que um primo estava dando em cima de uma garota que eu gosto e botei ele pra correr de uma festa.
- Parei de tomar o divulgado remédio para parar de fumar.
- Transei sem camisinha algumas vezes.
- Não preciso pagar mico pra meus amigos dizerem que viajo.
- Tomei a garrafa de vinho que pretendia dividir com a garota que eu gosto.
- Bati de carro e namorei a Jaqueline só porque ela era parecida com a Helena.
- Roubei uma bicicleta BMX de um adolescente menor que eu, só para não chegar atrasado no cinema durante a estréia dos Simpsons.
- Repeti a palavra “merda” constantemente a cada mico que paguei em lugares públicos.
- Não parei de conversar durante um recital de poesia.
- Depois de uma festa vomitei no carro da garota que eu gosto e numa amiga dela, ao mesmo tempo.
- Na universidade eu ri da cara de um anão que não conseguia colocar o cartão num telefone público.
- Joguei uma garrafa de álcool numa churrasqueira durante uma festa.
- Estava de bragueta aberta no palco, durante uma solenidade.
- Perdi o celular enquanto observava um acidente de trânsito.
- Coloquei uma moedinha de chocolate na caixinha pela terceira vez durante a missa (o padre viu!)
- Usei o telefone celular no avião quando fui para São Paulo.
- Chamei um escoteiro que estava do outro lado da rua para ajudar uma velinha a atravessar, sendo que ela estava do meu lado da rua.
- Usei uma camiseta, do avesso durante uma manhã toda no trabalho.
- Convidei meus amigos para uma festa, cancelei a festa e, depois, convidei todos de novo.
- Coloquei um filme pirata pornô no aniversário da minha vó, ao invés do resumo filmado em comemoração aos seus 97 anos (pelo menos ela gostou, já a minha mãe não acredita que foi sem querer).
Sala de Descontrole
Meu Amigo Ninja * (escrita em 06/2009) a foto é de 2014
*(republicação) em memória de Paulo Alfrino Pouquíssimas pessoas no mundo tem um amigo ninja, sou um privilegiado. Na verdade este amigo nã...
Resumindo
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Desta vez Oz Gump Léo e Alf resolveram sujar as calças para entrevistar aquele que meteu medo em muito bandido nas décadas de 70 e 80: o Pol...
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ZAGUEIROS (POSIÇÃO 3) FRANZ BECKENBAUER, Der Kaiser Jogou Três Mundiais (1966, 1970 e 1974), mas está na seleção até hoje Ao la...



